TAZ AQUI: agência de turismo dá calote em dono de imóvel e grupo de campinenses é despejado nas ruas de Olinda/PE durante o Carnaval

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A festa de Carnaval terminou muito mal para um grupo de cerca de 50 campinenses que contrataram uma agência de turismo para passar a folia de momo na cidade de Olinda, em Pernambuco. O que os turistas não imaginavam é que seriam expulsos da casa onde foram alojados porque a agência de turismo simplesmente não pagou o débito referente a locação do imóvel.

Todo tumulto, que acabou virando caso de polícia, aconteceu na tarde da última terça-feira. O grupo de foliões estava dentro do imóvel quando foi surpreendido pelo dono da casa, que chegou procurando o responsável pela locação para quitar o restante do débito. “O dono da casa chegou agressivo e ameaçando todo mundo de expulsão. Ele chegou procurando o responsável pelo TazAqui que estaria devendo R$ 7 mil referente a segunda parcela da locação do imóvel. A casa teria custado R$ 17 mil e somente R$ 10 havia sido pago” confirmou uma das vítimas, o estudante Eduardo Lopes de Farias.

Após o tumulto, a Polícia Militar de Pernambuco foi acionada e houve mais confusão. O responsável pela excursão, Rayfranci Camilo Diniz, que estava na casa até a segunda-feira, não foi mais localizado, como atesta as pessoas que foram enganadas.

OUÇA ÁUDIOS:

Cada um dos 50 foliões pagou em média R$ 700,00 (setecentos reais) pelo pacote que incluía translado ida e volta de Campina Grande à Olinda, alimentação (café e almoço), camiseta e até bebidas alcoólicas como caipirinha. Todos os pontos estão previstos no contrato e de acordo com as vítimas, a maioria deles também foi descumprida.

VEJA CÓPIA DO CONTRATO:

Para obrigar os foliões a deixarem o imóvel, o proprietário do prédio chegou a cortar o fornecimento de energia do local.

CONFIRA O VÍDEO feito pelos foliões:

Após o episódio, o BLOGDOMARCIORANGEL tentou por várias vezes entrar em contato com a empresa TazAqui, no entanto, não obteve sucesso. Os telefones disponibilizados pela agência de turismo não funcionam.

Misteriosamente, após o ocorrido, até os perfis da empresa nas redes sociais também sofreram modificações: o Instagram mudou de nome e a página do Facebook está sem atualização. A reportagem também foi até o escritório da empresa, instalado na galeria do Babilônia Center, mas o local estava fechado.

As pessoas lesadas estão sendo orientadas por advogados a prestarem queixa na polícia e acionarem os órgãos de defesa do consumidor. O responsável pela empresa também deverá responder pelos danos morais e materiais causados aos foliões.

Página do Facebook deixou de ser atualizada
Instagram da empresa mudou de nome
Escritório da empresa está fechado no Centro de CG

VEJA FOTOS:

 

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