Polícia investiga autores de trotes para serviços de emergência na Paraíba

A Polícia Civil abriu uma investigação para apurar os responsáveis por acionar os serviço de emergência da Paraíba de forma irresponsável, a partir de trotes. Na última quarta-feira (16) a Secretaria de Estado de Segurança e da Defesa Social anunciou que o inquérito é uma tentativa de minimizar as ligações.

De acordo com o coordenador do Centro Integrado de Operações (Ciop), responsável por receber as chamadas, coronel Arnaldo Sobrinho, as investigações seguem em sigilo, mas são para apurar casos específicos de trotes que prejudicaram o funcionamento das unidades.

O coordenador informou que além de ocupar as linhas e prejudicar quando uma vítima real pode precisar, os trotes ainda provocam o deslocamento de ambulâncias, viaturas e o grupo responsável por atender a ocorrência.  Segundo ele, além de ligarem para fazer ‘piadas’ com os atendentes, os suspeitos ainda informam situações que não aconteceram.

“Trote não é diversão, é crime. Quando você faz um trote prejudica várias pessoas, inclusive você. Trote é crime passível de penalidade prevista em lei”, diz uma das publicações no Twitter.

Provocar a ação de uma autoridade ao comunicar uma ocorrência de crime ou acidente que não foi verificado é crime, e conforme o artigo 340 do código penal, a detenção pode ser de até três anos ou multa.

MaisPB

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